A informação foi avançada pelo vice-presidente da Associação Nacional de Empreiteiros de Obras Públicas (ANEOP), Manuel Agria, em declarações à agência Lusa. O ministro das Finanças angolano, Severim de Morais, garantiu em Julho de 2009, altura em que a dívida era de 1,43 milhões de euros, que os pagamentos seriam «completamente regularizados» em 2009.
A justificação que foi apresentada para os pagamentos não terem sido efectuados foi a queda das receitas do petróleo, devido às quebras das receitas do petróleo nos mercados internacionais.
A ANEOP adiantou que está a tentar encontrar, no Governo português, «um interlocutor» para tentar mediar a situação, que acredita estar «a pôr em risco as empresas». Segundo Manuel Agria, o mercado angolano é «extremamente importante» para se criarem hostilidades. |